30/08/2025 05:41

Ultraprocessados: Uma Bomba-relógio para a Saúde e a Economia do Brasil

Ultraprocessados: Uma Bomba-relógio para a Saúde e a Economia do Brasil

A cada 10 mortes no Brasil, uma é causada por alimentos ultraprocessados.

Essa é a alarmante conclusão de uma pesquisa inédita da Fiocruz. O estudo revela que o consumo excessivo de produtos como refrigerantes, macarrão instantâneo e bolachas recheadas está gerando um rombo de R$ 10,4 bilhões por ano nos cofres públicos, além de um impacto devastador na saúde da população.

Um problema de saúde pública

O estudo, que analisou dados de 2019, mostra que o consumo de ultraprocessados está diretamente ligado a doenças crônicas como obesidade, diabetes e hipertensão, que por sua vez, são responsáveis por milhares de mortes prematuras a cada ano. Essa carga de doenças não apenas sobrecarrega o Sistema Único de Saúde (SUS), como também gera custos com aposentadorias precoces e afastamentos do trabalho.

O preço da má alimentação

Os pesquisadores estimaram que o Brasil gasta mais de R$ 900 milhões por ano com o tratamento dessas doenças relacionadas aos ultraprocessados. Além disso, o país perde cerca de R$ 9,2 bilhões anualmente em decorrência de mortes prematuras, o que representa uma perda significativa de mão de obra produtiva.

Regiões mais afetadas

O estudo identificou que algumas regiões do país são mais afetadas pelo problema, como o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A desigualdade social e o acesso limitado a alimentos saudáveis em áreas mais vulneráveis são alguns dos fatores que contribuem para esse cenário.

A indústria alimentícia na mira

A pesquisa aponta para a necessidade urgente de políticas públicas que desestimulem o consumo de ultraprocessados e promovam hábitos alimentares mais saudáveis. Uma das medidas mais eficazes seria a implementação de um imposto seletivo sobre esses produtos, similar ao que já existe para bebidas alcoólicas e cigarros.

O que está em jogo?

A saúde da população e a sustentabilidade do sistema de saúde são apenas parte do problema. O consumo excessivo de ultraprocessados também impacta a economia do país, gerando custos elevados para o setor público e privado. Além disso, o problema tem um impacto social significativo, afetando principalmente as populações mais vulneráveis.

É preciso agir agora!

A pesquisa da Fiocruz serve como um alerta para a necessidade de uma ação urgente por parte do governo, da sociedade e da indústria alimentícia. É preciso investir em políticas públicas que promovam a alimentação saudável, como a rotulagem nutricional obrigatória, a restrição da publicidade de alimentos ultraprocessados para crianças e a criação de ambientes alimentares mais saudáveis nas escolas e locais de trabalho.

Conclusão

Os dados apresentados pela Fiocruz são alarmantes e exigem uma reflexão profunda sobre o nosso modelo alimentar. A escolha por alimentos ultraprocessados está colocando em risco a saúde da população e a sustentabilidade do nosso sistema de saúde. É hora de mudarmos nossos hábitos e exigirmos políticas públicas que priorizem a alimentação saudável.

Compartilhe este post e ajude a conscientizar mais pessoas sobre os perigos dos alimentos ultraprocessados!

Foto de Olimpia Stark

Olimpia Stark

Olimpia é uma personagem fictícia, criada por Thiago Igor através da magia da inteligência artificial.

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Maria
Maria
9 meses atrás

Pois é, gosto muito de refrigerante de guaraná e de alguns frios, mas não exagero.

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