Em uma operação militar sem precedentes que redesenha o tabuleiro geopolítico da América Latina, os Estados Unidos lançaram um ataque de larga escala contra a Venezuela na madrugada deste sábado (3). O desfecho foi cinematográfico: o ditador Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país por via aérea.
A confirmação veio diretamente do presidente americano, Donald Trump, através de sua rede social, Truth Social. “Os Estados Unidos realizaram com sucesso um ataque de grande escala. Maduro foi capturado e removido. Operação executada em conjunto com nossas forças de elite”, declarou o republicano. Uma coletiva detalhando a missão está marcada para as 13h (Brasília), em Mar-a-Lago.
O Céu de Caracas sob Fogo
Testemunhas descrevem um cenário de guerra. Por volta das 2h da manhã (6h em Brasília), o som de explosões e o rugido de turbinas tomaram a capital venezuelana. Vídeos que inundaram as redes sociais mostram helicópteros CH-47G Chinook — aeronaves especializadas em operações furtivas e de forças especiais — sobrevoando pontos estratégicos.
O Fuerte Tiuna, o coração do poder militar venezuelano e sede do Ministério da Defesa, foi visto em chamas. Relatos indicam que os ataques não se limitaram à capital, atingindo também os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
Desorientação e Caos no Chavismo
A cúpula do regime chavista parece atordoada. Em um áudio urgente transmitido por rádio e TV, a vice-presidente Delcy Rodríguez admitiu que o paradeiro de Maduro e Flores é desconhecido e exigiu “provas de vida”.
Enquanto o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, prometia uma “defesa integral” e um desdobramento massivo de mísseis em vídeos gravados às pressas, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tentava acalmar os ânimos internacionais, afirmando que não há planos para novos ataques ao território venezuelano após a conclusão desta fase.
O Prelúdio da Invasão
A operação não foi um evento isolado. O cerco vinha se fechando desde agosto, quando Washington enviou uma flotilha ao Caribe. Na última semana, o Comando Sul já havia interceptado e bombardeado embarcações ligadas ao regime sob acusação de narcotráfico.
Horas antes das primeiras bombas caírem, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA já havia emitido um alerta proibindo voos civis sobre a Venezuela e Curaçao, citando “riscos extremos por atividade militar em curso”.
Reações Globais: O Mundo em Alerta
A comunidade internacional reagiu com choque e divisão:
- Colômbia: O presidente Gustavo Petro classificou a ação como uma “agressão à soberania” e mobilizou tropas para a fronteira, prevendo uma crise humanitária iminente.
- Rússia: O Kremlin condenou o ataque, afirmando que a “hostilidade ideológica” soterrou a diplomacia e que não havia justificativa para a agressão armada.
- Aliados: Irã e Cuba emitiram notas duras de repúdio, enquanto o Conselho de Segurança da ONU é pressionado a se reunir em caráter de urgência.
Ainda não há um balanço oficial de vítimas fatais ou feridos entre a população civil e as forças armadas venezuelanas. O que se sabe é que, em apenas 30 minutos de bombardeio, os Estados Unidos encerraram um ciclo de décadas do chavismo no poder, cumprindo a promessa de Trump de que os dias de Maduro estavam, de fato, contados.
Fonte: Estadão
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